Profissionais que atuam dentro do salão
Aluguel de cadeira, salão parceiro, MEI, prestação de serviço e vínculo celetista produzem consequências jurídicas diferentes. O risco maior não é escolher um formato, é operar sem definir qual deles se aplica — ou manter no papel um formato que a rotina contradiz.
Fichas, cadastros e conversas no WhatsApp
Dados de clientes coletados na recepção, no celular da equipe ou em planilhas compartilhadas exigem finalidade definida, controle de acesso e aviso de privacidade. A LGPD não exige sistema caro; exige critério.
Fotos de antes e depois
Publicar resultado de atendimento envolve uso de imagem e, muitas vezes, dado sensível. O consentimento precisa ser específico quanto ao uso pretendido — não basta um “pode postar” dito no atendimento.
Rotina sem procedimento documentado
Quando cada profissional atende de um jeito, a responsabilidade do salão fica difusa. POPs de atendimento, biossegurança e funcionamento reduzem esse ruído e dão base objetiva para cobrar padrão da equipe.
Cadastro que não corresponde à atividade
Salões que passaram a oferecer procedimentos estéticos, revenda ou cursos frequentemente mantêm cadastro incompatível com o que fazem. A providência costuma ser contábil, mas a identificação e a orientação são jurídicas.